Ciranda Política


Em cima da eleição, Lula acena a MEI e Flávio adere ao fim da 6x1
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu uma guinada de 180 graus e disse que vai votar a favor do fim da escala de trabalho 6x1, bandeira de Lula com forte apoio popular. Até então, o candidato criticava a PEC e defendia o pagamento por hora trabalhada. A mudança de posição, porém, pode ser da boca para fora. Segundo o Painel, Flávio fez chegar a empresários, também contrários à redução da escala, o aviso de que, se for eleito, vai rever a PEC. (Folha)
Outras promessas de Flávio
É o caso, por exemplo, dos reajustes acima da inflação para o salário mínimo e as aposentadorias – ambos prometidos pela campanha de Flávio nos últimos dois dias.
Nos últimos dias, o candidato e sua equipe também garantiram que não vão mudar o orçamento para a saúde e a educação, que vão “fortalecer” o Bolsa Família e programas sociais, que planejam o próprio o próprio programa de renegociação de dívidas (como o Desenrola de Lula) e até que não devem fazer grandes privatizações. “Isso é uma boataria, é uma boataria atrás da outra”, disse Flávio nesta sexta, a jornalistas.
Pacote político de Lula
A menos de duas semanas do segundo turno da eleição presidencial, os dois candidatos partiram para o populismo explícito na tentativa de atingir a parcela do eleitorado que ficou fora de seu alcance na primeira rodada.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um pacote de medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), incluindo o perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas tributárias com a União e a criação de um auxílio de até R$ 5 mil por empreendedor. Batizado de “Pix MEI”, o auxílio terá custo estimado de até R$ 5 bilhões. O PT tem sido criticado pela falta de diálogo com pequenos empreendedores e trabalhadores que atuam fora da CLT, enquanto o bolsonarismo buscar tornar esses grupos, muitas vezes periféricos, parte fixa de sua base. (Globo)
Lula ainda anunciou ainda
A ampliação do programa Pé-de-Meia para estudantes do ensino superior. A proposta prevê o pagamento de R$ 700 mensais durante dez meses por ano, além de depósitos anuais de R$ 2.500, que poderão ser sacados após a conclusão da graduação. (CNN Brasil)
Erro político
Os maiorais líderes do governo Tomazini, dia sim, dia também, colocam os opositores com a última palavra na Câmara de Vereadores, e claro, nas redes sociais. E com isso vão ajudando a alavancar o poder político de nomes como Diego da Academia – MDB, Cátia Friedrich – PSD, Zuleika Voltolini – PP e Terezinha Dybas – PSD.
Futuro
E esses nomes deverão estar na chapa majoritária em 2028, isso sem falar da ex-candidata a deputada federal Terezinha Dybas – PSD, que também já miram 2028. Sem contar que poderão ter o apoio do Dr. Tirso. Por enquanto é somente hipóteses, mas em política tudo é possível...
Promessas
Nos corredores e nas línguas dos fofoqueiros de plantão, dão conta que a primeira promessa que os opositores irão fazer na campanha para a prefeitura de São Bento do Sul, será a retirada dos canteiros da Avenida São Bento. Mas existem outras de que devem entrar nos planos de governo, acredito que uma delas poderia ser a retirada da sede da prefeitura do centro da cidade. Outra seria a cobertura do calçação.



