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Ciranda de Notícias: Preta Gil falece aos 50 anos, mundo, economia, Brasil e mais...

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • 21 de jul. de 2025
  • 7 min de leitura

 

 (Imagem: Globo | Maurício Fidalgo)

 

Na noite de ontem, uma triste notícia comoveu o país. A cantora Preta Gil morreu, aos 50 anos, de complicações causadas por um câncer no intestino.

 

Filha de Gilberto Gil e uma das vozes mais marcantes da música pop brasileira nos anos 2000, Preta enfrentava a doença desde janeiro de 2023.

 

Após passar por quimioterapia, radioterapia e uma cirurgia para retirada de tumores em 2024, o câncer retornou em outras regiões do corpo. Nos últimos meses, a artista esteve se tratando nos Estados Unidos.

 

A carreira de Preta começou aos 29 anos, com o lançamento de “Prêt-à-Porter”. Ela Também foi idealizadora do “Bloco da Preta”, que levou mais de 500 mil foliões ao carnaval carioca de 2017.

 

 

MUNDO

Ataque em Gaza, hackers invadem agências americanas e mais

 

Tragédia em Gaza. Pelo menos 73 palestinos foram mortos por disparos israelenses enquanto aguardavam ajuda humanitária no norte de Gaza. O ataque, que também deixou dezenas de feridos, é mais um de uma série de incidentes fatais envolvendo civis em busca de suprimentos. Israel afirmou que suas tropas reagiram a uma “ameaça imediata”.

 

EUA, Europa e China sob ataque. Hackers exploraram uma falha crítica em um software da Microsoft para lançar um ataque global contra órgãos públicos e empresas. Pelo menos duas agências federais dos EUA foram violadas. O ataque também afetou universidades, companhias de energia e uma telecomunicação da Ásia, e tinha como alvo servidores na China.

 

Nova rodada. Zelenskyy propôs nova negociação de paz com a Rússia para a próxima semana e pediu pressa nos diálogos. No vídeo, o presidente também cobrou sanções mais duras da UE — que aprovou seu 18º pacote — e lembrou acordos com Trump, que ameaça punir Moscou se não houver avanço em 50 dias.

 

Rejeição em alta. A aprovação de Trump caiu para 42% na nova pesquisa da CBS/YouGov, puxada pelo desgaste nas políticas de imigração. Só 44% aprovam as deportações em massa — 10 pontos a menos que em fevereiro. O uso de centros de detenção também perdeu apoio: 58% agora são contra.

 

Eleições no Japão. A coalizão do premiê japonês Shigeru Ishiba perdeu a maioria na Câmara alta do país. Mesmo enfraquecido, Ishiba prometeu seguir no cargo — mas deve enfrentar pressão interna por renúncia ou novas alianças.

 

Pressão tarifária. A UE se prepara para reagir a uma tarifa universal de Trump sobre produtos europeus, que pode passar de 10% já em 1º de agosto. O bloco busca isenções e ameaça retaliações — incluindo tarifas sobre bourbon, soja e Boeing.

 

Baby Grok. Elon Musk anunciou que sua xAI vai lançar um app voltado para crianças, chamado Baby Grok. Ele não deu detalhes, mas o anúncio vem após polêmicas com o chatbot Grok 4 e críticas a comentários feitos pela IA no X.

 

 

BRASIL

Brasil volta ao TOP-20 com mais crianças sem vacina no mundo

Dose zero. O Brasil voltou a figurar entre os países com mais crianças não imunizadas no mundo, segundo dados divulgados por OMS e Unicef.

 

No ano passado, 229 mil crianças brasileiras não receberam nenhuma vacina, quase o dobro das 103 mil registradas em 2023. Com isso, o país ocupa agora a 17ª posição no ranking global.

 

Na América Latina, o Brasil responde por 16,8% das crianças não vacinadas, atrás apenas do México, com cerca de 341 mil.

 

 

O recuo indica uma reversão no avanço registrado em 2023, quando o país havia deixado a lista negativa. O retorno ao ranking global se explica por um histórico recente de queda nas coberturas vacinais — e, também, por mudanças nos critérios do Unicef.

 

A nova metodologia excluiu um antigo fator de correção, usado para suavizar inconsistências de dados. Sem esse ajuste, o Brasil teve sua estimativa de cobertura rebaixada.

 

Globalmente, o número de crianças sem qualquer dose de vacina –- chamadas “dose zero” -– chegou a 14,3 milhões em 2024, enquanto outras 5,7 milhões receberam apenas parte das imunizações recomendadas.

 

Zoom out: Apesar do progresso global, com 171 mil crianças a mais vacinadas em 2024 e 1 milhão completando o esquema de três doses da DTP, quase 20 milhões ainda não estão completamente protegidas.

 

 

62% dos jovens acham que comprar uma casa hoje é mais difícil do que foi para seus pais

E você, o que acha?

Parece um sonho cada vez mais distante.

 

Ainda acredito que dá — com planejamento certo.

 

Na realidade, 73% dos brasileiros sonham com a casa própria, mas o caminho até ela pode parecer cada vez mais difícil, já que 69% acham que os preços subiram nos últimos 12 meses.

 

Mas se tem uma rota pra alcançar esse objetivo que ainda faz sentido, é a do planejamento.

 

E é exatamente pensando em planejamento e oportunidade que a Ademicon oferece uma alternativa realista e inteligente: o consórcio.

 

Sem juros, com parcelas acessíveis e a liberdade de montar um plano no seu tempo.

 

Casa própria, carro, viagem? Seja qual for o sonho, ele começa com um passo: Simule agora e veja que às vezes o que parecia distante, só precisava de um plano bem traçado.

 

 

Se depender das crianças, o futuro do streaming está garantido. Séries como Bluey, CoComelon e Moana 2 dominam os rankings de audiência em 2025 — e com um detalhe curioso: a repetição infinita é parte do sucesso.

 

Um bom exemplo disso é a série Bluey, que teve mais de 25 bilhões de minutos assistidos no primeiro semestre do ano. Já Moana 2, lançado em março no Disney+, soma 7,2 bilhões de minutos.

 

Não é por acaso que o conteúdo infantil representa 15% da audiência da Netflix.

 

Mais do que visualizações, essas produções ajudam a fidelizar famílias inteiras. Um estudo mostrou que quem tem filhos assina, em média, 13,6 serviços de streaming, contra 8,2 de quem não tem.

 

Mas o reinado vai além da TV: o YouTube lidera como a plataforma mais assistida por crianças — à frente de Netflix e Disney+.

 

Mesmo com catálogos próprios, gigantes como Paramount e Netflix estão correndo para o YouTube em busca dos próximos sucessos.

 

A série Sra. Rachel, criada por uma youtuber e adquirida pela Netflix, está há 17 semanas no TOP-10 do mundo na plataforma.

 

Para além do entretenimento, o conteúdo infantil virou peça-chave na guerra do streaming. É mais barato, tem longevidade e conta com um público que nunca reclama e não se se cansa de ver o mesmo episódio por várias vezes.

 

 

Os óculos que o pai usava, agora a filha tá usando

 

Se antes eles serviam pra ter a visão melhorada (e só), hoje os óculos de grau são um acessório moderno. E é pra isso que existem as lentes Transitions® GEN S™:

 

Elas não só protegem os olhos da luz — inclusive das telas — como também trazem oito opções de cores exclusivas.

 

Entre Ametista, Safira e a recém-chegada Ruby, um vermelho que tá simplesmente… 🤌 você tem funcionalidade, mas com personalidade. Qual você escolhe? Aqui estão as opções pra enxergar com estilo.

 

 

Será que vai acontecer? A Rede D’Or pode dar um novo passo na consolidação da saúde privada no Brasil.

 

A companhia está preparando uma oferta para incorporar o Grupo Fleury — movimento que, se concretizado, criaria um dos maiores ecossistemas da medicina suplementar do país, reunindo hospitais, planos de saúde e diagnósticos sob o mesmo guarda-chuva.

 

A operação deve envolver uma combinação de pagamento em dinheiro e ações, permitindo que acionistas do Fleury permaneçam na companhia após a fusão.

 

Segundo fontes, os bancos JP Morgan e Morgan Stanley estão assessorando, respectivamente, Rede D’Or e Fleury. O negócio, porém, ainda está em estágio inicial.

 

As conversas começaram há cerca de 3 meses, com a “benção” do Bradesco — que detém quase 25% do Fleury. Para avançar, a oferta também precisará do aval dos médicos que têm 11% da empresa e da família Pardini, ambos com cadeiras no conselho.

 

Uma (possível) união de gigantes

O Fleury, que vale cerca de R$ 7 bilhões na Bolsa, pode ser adquirido por até R$ 10 bilhões, considerando o prêmio usual de controle.

 

Já a Rede D’Or, avaliada em R$ 75 bilhões, foi acionista do Fleury no passado e hoje mantém uma joint venture — quando empresas se associam para unir forças e explorar um mercado — com o Bradesco na área hospitalar.

 

Looking forward: Se sair do papel, o negócio criaria uma rival direta à união entre Amil e Dasa, reforçando a disputa bilionária por pacientes e sinergias no setor.

 

 

ECONOMIA

Trump completa 6 meses no poder em meio a instabilidade econômica

O segundo mandato de Trump tem sido tudo menos previsível. Seis meses após voltar à Casa Branca, o presidente enfrenta uma economia americana estável, mas cercada de incertezas.

 

A inflação está em 2,7%, o desemprego em 4,1% e o S&P 500 acumula alta de 4,1%;

 

O crescimento do PIB desacelerou, o consumo recuou e o setor de construção está no menor nível desde 2020.

 

As tarifas de importação — com direito a "Dia da Libertação" e taxações para 185 países — provocaram pânico nos mercados e forçaram Trump a recuar no tarifaço, pelo menos parcialmente.

 

Mesmo assim, as consequências vieram. O FMI reduziu a projeção de crescimento global para 2025 de 3,3% para 2,8% e classificou as tarifas como “fonte de turbulência”.

 

 

Com menos previsibilidade, empresas pisam no freio, e o Fed encontra mais obstáculos para controlar a inflação. A situação se agrava com os frequentes ataques públicos de Trump ao presidente do banco central, Jerome Powell.

 

Enquanto isso, o mercado ainda tenta decifrar quais serão os próximos passos do presidente no setor econômico. Por enquanto, há mais perguntas do que respostas — e muitas tarifas no caminho.

 
 

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