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João Rodrigues reage ao acordo entre Jorginho Mello e Adriano Silva

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • há 17 horas
  • 2 min de leitura



João Rodrigues afirmou ter sido surpreendido pelas informações que já circulavam nos bastidores. Ele destacou que a composição chamava atenção pelo histórico político recente em Joinville


O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), pré-candidato ao Governo de Santa Catarina, comentou o acordo político fechado entre o governador Jorginho Mello (PL) e o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo).


João afirmou ter sido surpreendido pelas informações que já circulavam nos bastidores. Ele destacou que a composição chamava atenção pelo histórico político recente em Joinville, onde o PL é a principal força de oposição à gestão de Adriano Silva, adversário direto em disputas anteriores.


João Rodrigues também mencionou as declarações públicas feitas pelo deputado estadual Sargento Lima (PL) contra Adriano Silva, classificando-as como “pesadas”. “Será que ele ficou com medo do Sargento Lima, porque a ameaça que o deputado fez publicamente foi muito pesada”.

Outro ponto abordado foi a mudança no desenho que vinha sendo tratado para a chapa majoritária de 2026. Até então, o MDB era apontado como partido do candidato a vice-governador.

“Confesso que eu não compreendi. Pelo menos eu sabia que o vice e já estava anunciado que era o MDB. Assim como o Espiridião Amim seria um dos nomes ao Senado na chapa. Agora eu estou surpreso porque os candidatos ao Senado já não é mais Esperidião, já é a Carol (De Toni) e o Carlos Bolsonaro. Aí o vice já não é mais o MDB”, alfinetou.


Apesar das mudanças no cenário, João Rodrigues afirmou que o seu projeto político segue inalterado. Ele disse que o PSD mantém diálogo com todas as forças partidárias, com prioridade nas conversas com o União Progressista, dentro de uma estratégia já definida.

Por fim, o prefeito de Chapecó reforçou que sua pré-candidatura é construída a partir de um projeto de Estado, independente dos arranjos firmados por outros campos políticos. Segundo ele, o momento agora é de acompanhar os desdobramentos e a consolidação do novo desenho eleitoral.


 

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