Ciranda Política
- Vilmar Bueno, o ESPETO
- há 20 horas
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Diretor X Prefeitura
O diretor da Câmara de São Bento do Sul, Ronnie Zulauf, voltou a disparar a metralhadora giratória, e contestas o prefeito Tomazini - PL, acerca das contas da prefeitura. E para variar mais polêmica sobre o assunto. Do lado da prefeitura ainda nada oficial sobre as colocações do diretor. Isso sem falar das questões da instalação da UPA e da Secretaria de Saúde. É esperar para conferir!
Senão vejamos:

Sindicato X Prefeitura
Já o sindicato dos servidores, marcou reunião para hoje, onde volta a discutir o projeto dos 30 dias de férias dos professores, além do vale refeição. Parece que nada está apaziguado entre as partes.
Lei da dosimetria
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria até que a análise do texto seja concluída pela Corte, foi alvo de críticas dos pré-candidatos de direita e gerou reações no Congresso no fim de semana. Enquanto parlamentares da oposição ameaçam articular uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que proponha uma anistia “ampla, geral e irrestrita” aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, os presidenciáveis da direita criticaram o ministro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou a determinação como uma “canetada burocrática” do magistrado contra uma escolha do Congresso. Já Romeu Zema (Novo), afirmou que Moraes “se considera intocável” e “atropela o Congresso”. E Ronaldo Caiado publicou uma nota dizendo que a suspensão da lei “é um ataque à democracia e à separação dos Poderes”. (Globo)
A insatisfação não se limitou aos políticos. Alguns integrantes do próprio STF manifestaram incômodo com a decisão de Moraes e avaliam que a Corte irá manter o que foi aprovado pelo Legislativo. O objetivo é evitar um novo conflito com os parlamentares, que aprovaram a redução das penas por ampla maioria e derrubaram um veto presidencial à medida. (Folha)
Até ontem, 24 pedidos de aplicação da Lei da Dosimetria para os condenados do 8 de janeiro haviam sido suspensos por Moraes, entre eles o da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, a “Débora do Batom”, condenada a 14 anos de prisão por escrever, com batom, a frase “perdeu, mané” em uma estátua em frente ao STF. Moraes deu cinco dias úteis para o Legislativo apresentar uma resposta sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pela federação PSOL-Rede na última sexta. A federação alega que a derrubada do veto foi feita de maneira irregular, já que houve o fatiamento de um veto integral. O ministro afirma que as respostas do Congresso, da Advocacia-Geral da União e da Procuradoria-Geral da República podem influenciar na execução e até na definição das penas. (CNN Brasil)
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) comprou uma cobertura triplex de R$ 22 milhões em um dos prédios mais luxuosos de São Paulo três meses após se tornar sócio do banqueiro Daniel Vorcaro e 26 dias antes de apresentar a “emenda Master”, apontada pela Polícia Federal (PF) como um dos elos entre o parlamentar e o banco envolvido na fraude bilionária contra o sistema financeiro. Ciro foi alvo de mandados de busca e apreensão na quinta fase da Operação Compliance Zero, por suspeita de atuar “em favor do banqueiro Daniel Vorcaro, em troca do recebimento de vantagens econômicas indevidas”. Segundo a PF, ele recebia mesada de R$ 300 mil a R$ 500 mil do banqueiro. O senador e presidente nacional do PP nega as acusações. (Metrópoles)
A operação contra Nogueira embaralhou a estratégia eleitoral do entorno do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa deste ano e abriu uma nova frente de tensão na pré-campanha. Com o avanço das apurações, aliados começaram a debater a pertinência da aproximação com o Centrão. O parlamentar, por sua vez, vem buscando associar o escândalo ao PT, numa forma de tentar se afastar do desgaste. Ainda assim, a avaliação predominante é que não há espaço para movimentos bruscos neste momento e que o melhor caminho é “deixar decantar” os desdobramentos da investigação. (Globo)
Para ler com calma. Delegados da PF e integrantes da PGR vem manifestando uma preocupação constante: evitar que as investigações do caso Master repitam vícios e erros da Lava-Jato. Como conta a coluna de Malu Gaspar, entre eles estão o “tsunami de delações” e a superexposição dos investigadores. (Globo)

