top of page

Secretário fala sobre o convênio com hospital de Mafra e a UPA

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • há 15 minutos
  • 3 min de leitura

 


O secretário de saúde de São Bento do Sul, Marcelo Marques, nesta quinta-feira, atendendo convite da comissão de saúde da Câmara de Vereadores de São Bento do Sul. A reunião conduzida pela presidente da comissão de saúde, vereador Zuleica Voltolini - PP, respondeu a questionamentos sobre dois temas específicos.

Outros órgãos e o diretor do IMA, que administra a UPA, que tinham sido convidados, não compareceram. 

 

Ou seja, sobre o cancelamento do convênio entre a prefeitura de São Bento do Sul e o Hospital São Vicente de Paulo, em Mafra, e ainda acerca do funcionamento da UPA, bem como, sobre as reclamações de pacientes, onde muitas delas chegam aos vereadores.

 

A ideia dessa reunião para prestar esclarecimentos sobre os referidos temas, partiu da vereadora Terezinha Dybas – PSD. Participaram ainda os vereadores, Rodrigo Vargas -PP, Diego da Academia - MDB, Cátia Friedrich -PSD, o presidente Gilmar Pollum -PL, Luiz da Luz – PL, Vilson da Silva, o Vilsinho - PL, Marcelo Quost -PL e Joelmir Bogo – UB, além de assessores e diretores da Câmara.  E membros da imprensa local.

 

Na ocasião, o secretário Marcelo Marques, respondeu questionamento da vereadora Terezinha Dybas, sobre o cancelamento do convênio com o Hospital São Vicente de Paulo, de Mafra. Acerca disso, o secretário explicou que havia uma estratégia por trás dessa decisão. Para o secretário, “a centralização dos atendimentos na UPA permitirá ampliar os serviços no Hospital e Maternidade Sagrada Família”, frisou. Mesmo ainda faltando muita coisa a ser feita, a vereadora Terezinha se disse satisfeita, por enquanto.

 

Na mesma ocasião, Marques falou que a mudança abrirá espaço para novas especialidades, como otorrinolaringologia e oftalmologia, que devem ser oferecidas à população em breve, conforme a organização da demanda. Logo após, o secretário respondeu questionamento dos vereadores e da imprensa.

 

UPA

Mas um dos principais temas, foi sobre os atendimentos na Unidade de Pronto Atendimento – UPA, em relação aos primeiros quatro meses de funcionamento. Para o secretário, o período de maturação para que uma unidade atinja sua plena capacidade e qualidade leva, em média, de seis meses a um ano. “Atualmente, realizamos em torno de 5.500 atendimentos em quatro meses, mas ainda estamos caminhando para oferecer tudo que a UPA pode, diante de sua estrutura, para a população”, afirmou Marques.

 

O secretário também comentou casos recentes registrados na unidade. Incluem-se a situação de uma criança que foi atendida no local antes de ser transferida para Joinville, onde veio a óbito, e outras questões ligadas ao atendimento e procedimentos. “Temos uma investigação em curso. Com relação a essas situações, precisamos aguardar os resultados para que haja um pronunciamento consistente”, declarou.

 

A gestão da UPA também foi alvo de preocupação por parte dos vereadores, especialmente Diego Nieszpodzinski (MDB), que relatou uma visita à unidade de Itapema (SC), administrada pela mesma empresa que faz a gestão em São Bento do Sul. “Fiquei mais preocupado com a quarteirização de serviços aqui. Precisamos verificar até a questão das remunerações oferecidas em São Bento”, pontuou o vereador.

 

Questionado pela vereadora Terezinha Dybas (PSD), proponente da reunião, sobre o rompimento do convênio com o Hospital São Vicente de Paula, de Mafra, o secretário explicou a estratégia por trás da decisão. Segundo ele, a centralização dos atendimentos na UPA permitirá ampliar os serviços no Hospital e Maternidade Sagrada Família.

 

Terezinha Dybas saiu satisfeita da reunião, mas disse que tem muito ainda a ser feito

Marques citou que a mudança abrirá espaço para novas especialidades, como otorrinolaringologia e oftalmologia, que devem ser oferecidas à população em breve, conforme a organização da demanda.

 

Outra grande preocupação da comunidade são as filas de espera, especialmente para cirurgias. O assunto foi detalhado pelo secretário. Ele explicou que muitos procedimentos são regulados pelo sistema do governo estadual (SisReg), que determina as autorizações. “São casos que precisam ser tratados pessoalmente na secretaria, a fim de analisar cada situação para os devidos encaminhamentos”, orientou.


Marcelo Marques reiterou que existe um processo burocrático no qual o estado libera as vagas conforme a chegada de novos pedidos de agendamento e a disponibilidade nas instituições referência em cada especialidade.

 

O debate também abordou a qualidade geral do atendimento prestado à população. O secretário reconheceu que há desafios a serem superados. “O ideal é que haja atendimento qualificado em todos os setores, mas não é possível controlar tudo. Existem servidores públicos que são um exemplo, mas também existe o contrário. Contudo, temos trabalhado continuamente para melhorar essa situação”, finalizou.

 

© Copyright 2016-2026 | Blog do Espeto | Tribuna | Todos os direitos reservados. Desenvolvido por

bottom of page