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‘Nunca fui convidada; se for, vamos pensar’, diz Tereza Cristina sobre ser vice de Flávio Bolsonaro

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • há 3 horas
  • 1 min de leitura

A senadora também afirmou que o agronegócio brasileiro tem uma posição pragmática, especialmente os exportadores, e irá se distanciar do presidente dos EUA caso sejam prejudicados pela guerra no Irã travada por Donald Trump.


“Tem vários agros, mas vamos falar do agro exportador. O agro que é onde (a guerra) pode atrapalhar. O agro exportador é muito pragmático. Se o Trump atrapalhar muito, eles vão ficar contra. Se o Trump atrapalhar menos, eles vão ficar a favor, porque o agro é conservador. Mas, assim, o agro é pragmático”, afirmou.


“Eu torço para que seja uma mulher. Porque as mulheres, apesar de ter pouca mulher aqui, são muito melhores do que os homens, em todos os sentidos”, afirmou durante evento do grupo Lide, em São Paulo.


Com a incerteza em torno de Zema, cresce a defesa do nome da senadora Tereza Cristina, do PP. Um aliado de Bolsonaro afirmou à coluna que o nome “cai como uma luva”, por se tratar de “uma mulher forte, preparada, respeitada, mas ao mesmo tempo leve”, avaliação que tem sido usada pela ala moderada para equilibrar o perfil bolsonarista da chapa.


Na sequência aparece o deputado federal Guilherme Derrite, também do PP. Nos bastidores, pesa a preocupação com a “alta rejeição” do parlamentar, relator do projeto de lei antifacção, que enfrenta resistência do governo federal, que tenta tirá-lo da relatoria sob a justificativa de que o texto foi alterado diversas vezes.


Além disso, aliados avaliam que um eventual aceite de Derrite para a vice abriria uma lacuna em São Paulo, onde seu nome é tratado como certo para disputar uma das vagas ao Senado.

 

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