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Em caso de vitória de Flávio equipe econômica pretende acabar com o split payament

Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
Vilmar Bueno, o ESPETO
há 4 horas
2 min de leitura

E a coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que um eventual governo do senador pretende acabar com o split payment, mecanismo da reforma tributária que permite o recolhimento automático de impostos no momento do pagamento por produtos e serviços. Ex-presidente da Caixa, Daniella criticou o mecanismo por considerar que ele prejudica o capital de giro das pequenas empresas. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, rebateu Marques, afirmando que ser contra o split payment é favorecer empresas que cometem fraudes fiscais. (Estadão)


Flávio Bolsonaro voltou a defender mudanças na Constituição para, segundo ele, “redemocratizar” o Brasil. Durante evento em que recebeu o apoio do Republicanos no segundo turno, o senador criticou o STF e afirmou que pretende aproveitar a maioria de direita eleita para o Congresso para promover alterações institucionais. O candidato disse ainda disse que as mudanças pretendidas incluem uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações na reforma tributária e o fim da reeleição. (g1)


Já o ministro do STF Kassio Nunes Marques afirmou que pretende deixar para depois do segundo turno das eleições a análise dos pedidos de revisão da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. Nunes Marques também negou que vá decidir por liminar, afirmando que levará o caso ao plenário da Corte. (Folha)


Enquanto isso… O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, admitiu que houve planejamento de um golpe de Estado após a derrota de Jair Bolsonaro para Lula nas eleições de 2022. Em entrevista à Rádio Gaúcha, o dirigente reconheceu a existência da articulação, mas minimizou sua gravidade ao afirmar que o plano não foi executado. Quando questionado se poderia garantir que articulação semelhante não ocorreria num eventual governo de Flávio Bolsonaro, Valdemar respondeu: “Sei lá, sei lá”. (Metrópoles e Rádio Gaúcha)

  

O PL, o partido de Flávio Bolsonaro, articula no Senado uma estratégia para impedir que PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 seja aprovada antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Em reunião nesta quarta-feira, senadores da oposição decidiram exigir o cumprimento integral dos prazos regimentais, apostando que o calendário será suficiente para adiar a conclusão da votação. Caso haja tentativa de acelerar a tramitação, o grupo admite recorrer à obstrução. “Se ele [Davi Alcolumbre] cumprir o regimento, está de bom tamanho”, afirmou o senador Rogério Marinho (PL-RN). (Globo)

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