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Alan Moreira Pré-candidato a deputado federal apoia a suspensão da criação do Parque Nacional do Quiriri

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

São Bento do Sul - 13/04/2026 - A mobilização popular em torno da criação do Parque Nacional da Serra do Quiriri - Araçatuba ganhou um novo e decisivo capítulo. O procedimento de criação da unidade de conservação foi momentaneamente suspenso após forte articulação da comunidade local, produtores rurais e lideranças regionais, com apoio de representantes políticos.


Entre os apoiadores do movimento, o pré-candidato a Deputado Federal pelo PSB, Alan Alves Moreira, esteve presente contribuindo com o debate e reforçando a defesa dos interesses da região.

Os Guardiões do Território


No centro dessa mobilização estão os verdadeiros protagonistas: os colonos que há décadas vivem, produzem e preservam a Serra do Quiriri. Nomes como Dona Marli, Francisco, Jonas, entre outros ilustres moradores, representam uma geração que construiu, com trabalho e resiliência, a realidade produtiva e ambiental da região.


São esses homens e mulheres que conhecem cada estrada, cada nascente e cada pedaço de terra — não por estudos teóricos, mas por uma vida inteira dedicada ao território.


A presença e a voz desses colonos foram determinantes para demonstrar que qualquer decisão sobre a área precisa respeitar quem sempre esteve ali.


Apoio e Defesa da Região


Acompanhando essa mobilização, Alan Alves Moreira reforçou os questionamentos sobre a falta de clareza nos impactos socioeconômicos do projeto. Segundo ele, a proposta de criação do parque, nos moldes apresentados, pode comprometer a autonomia produtiva de São Bento do Sul e cidades vizinhas.


“Não somos contra a preservação, mas somos contra qualquer projeto que ignore quem vive e cuida desta terra há décadas. A suspensão do procedimento é fundamental para garantir que o processo seja transparente e respeite os direitos da nossa gente”, afirmou.


Vitória da Mobilização Coletiva


A suspensão foi interpretada como uma vitória estratégica da comunidade — construída pela união entre colonos, produtores e sociedade civil.


A força do movimento está na legitimidade de quem vive a realidade local, aliada a argumentos técnicos e pressão social organizada, evidenciando que o processo não reunia condições adequadas para avançar.


Os principais pontos defendidos pelo grupo incluem:


Segurança Jurídica: Garantia de que proprietários não serão prejudicados sem o devido processo e indenização justa.

Desenvolvimento Local: Preservação das atividades produtivas que sustentam a economia regional.

Transparência: Necessidade de novos estudos que reflitam a realidade prática da Serra do Quiriri.


Próximos Passos


Com o procedimento suspenso, a comunidade segue mobilizada e atenta aos próximos desdobramentos. Alan Alves Moreira destacou que continuará apoiando o movimento e mantendo diálogo com as lideranças locais, respeitando o protagonismo dos colonos.


O caso do Quiriri reforça uma realidade clara: não existe preservação verdadeira sem quem preserva na prática. E, nesse cenário, os colonos seguem firmes como os legítimos guardiões do território.


Com inforamações de: Alan Moreira

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