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Política - Paulinho Bornhausen faz uma mea-culpa

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • 12 de jun. de 2023
  • 1 min de leitura

A entrevista do ex-deputado Paulinho Bornhausen, ao jornalista Marcos Schettini, mostrou uma realidade das últimas eleições, o tsunami do bolsonarismo, que deixou muitos bons política fora do dito "Novo Congresso". Além dele também me permito citar o ex-governador Raimundo Colombo, com uma carreira exemplar, e que também foi engolido pelo mesmo tsunami.

Pois como o próprio Paulinho frisou que o seu legado e de sua familia em favor de Santa Catarina, é incontestável.

Senão vejamos: Respondeu:

"O legado dos meus mandatos com muitas conquistas a favor do meu Estado e do país foram pouco, ou quase nada, importantes em 2022. A instalação da BMW, os Centros de Inovação Regionais, a luta pela extinção da CPMF, Volvo Ocean Race, a Lei do Trabalho Voluntário, o Juro Zero para os MEI’s etc, não fizeram diferença na decisão do eleitor catarinense. Somando meu estilo de agir, tranquilo e objetivo, minha posição sempre serena e construtiva diante dos enormes desafios que permeiam a nossa sociedade, nada disso sobrepôs a disputa monotemática entre 22 e 13. Muito menos a estrutura avantajada dos detentores de mandato e suas super estruturas legislativas, com as suas emendas milionárias. Não me queixo disso. Por fim, foi essa regra do jogo que aceitei ao disputar a eleição. Na democracia o eleitor tem sempre a razão! Acato com humildade o resultado."


 
 

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