Nossa história, nossa identidade
- Vilmar Bueno, o ESPETO

- 11 de nov. de 2025
- 2 min de leitura

*Por Edi Salomon
Neste registro fotográfico feito há mais de sete décadas, podemos ver a procissão realizada pelas Filhas de Maria com a congregação Mariana no ano de 1954. No momento do registro, o cortejo se encontrava na Rua Visconde de Taunay e se dirigia à nossa Igreja Matriz via Rua Jorge Lacerda.
Na primeira construção que vemos à direita, inicialmente, o senhor Félix Husmann tinha uma “funilaria” na qual consertava panelas; depois, ele se mudou para a Rua Gueltozwstrasse, atual Felipe Schmidt.
A segunda casa, no nosso tempo de piá, era residência da senhora Cecília Buschle. Essa casa hoje ainda está bem conservada e abriga a bonita “Loja Segredos”, um verdadeiro cartão postal de nossa cidade. Os fundos dessa casa que davam para as instalações da Buschle Irmãos, onde existia o galpão da Fábrica de “Palhões” que, no dia 23 de julho no ano de 1925, um incêndio de proporções gigantescas reduziu a cinzas.
Na casa seguinte, onde hoje é a Farmácia Catarinense, morava o advogado Egydio Pereira e família. Sua esposa era a dona Aurora Guimarães Pereira, que foi professora durante muitos anos no nosso querido Grupo Escolar Orestes Guimarães. Mais tarde, eles se mudaram para a Rua dos Sapos, atual Dom Pedro II.
Nesse prédio, com o comando do nosso grande amigo de saudosa memória, Raulino Scharf, a empresa Germano Stein de Joinville instalou uma filial da sua empresa, que funcionou durante muitos anos nesse local. Em homenagem ao seu Raulino, em uma das minhas legislaturas como vereador, apresentei projeto de lei e denominamos uma rua em nosso município com o seu nome.
Na sequência, a Sapataria do senhor Eugênio Poerner e o Bar São Bento do senhor Ernesto Harmel.
Depois do Bar São Bento, fica a casa que era o lugar que ninguém esquece: a famosa e saudosa “Lanchonete Buschlinho”, de propriedade do senhor Alvin Lott. Ali era o ponto de encontro da juventude na época.
À esquerda podemos ver, primeiramente, a casa do senhor Alfredo (Ermelinda) Zipperer, pais dos meus amigos Vandinho e Malis, este de saudosa memória. Nessa casa, durante muitos anos, meu grande amigo Hermes Brunquel gerenciou a sucursal do jornal A Notícia, de Joinville.
Depois casa do grande craque do passado e botafoguense de quatro costados, Werner (Zulma) Grossl, depois casa do José Zépi (Teresa) Fendrich, depois casa do Frederico (Anna) Fendrich, também era a residência do senhor Aloisio (Tele) Freiberger, pais dos meus amigos Jayme, Carmen e Solange.

*Edimar Geraldo Samon, desportista, ex-vereador (sete mandatos), assumiu a cadeira de prefeito, ex-secretário de obras, de agricultura, ex-candidato a prefeito, e outros cargos na adiministração pública, e claro, historiador. E não esquecendo, fabricante artesanal de compotas de verduras e frutas. E meu amigo do peito!



