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  • Foto do escritorVilmar Bueno, o ESPETO

IBGE mostra que SC cresceu mais do que o Brasil em 2023

Divulgação


Santa Catarina

O setor de serviços liderou crescimento enquanto a indústria teve recuperação gradual, com melhor resultado em dezembro.

Entre os destaques de crescimento em SC está o setor de serviços para as famílias, que inclui restaurantes e hotéis.

Mais uma vez, a diversificada economia de Santa Catarina cresce mais do que a média brasileira no ano. Os dados de 2023 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre serviços, comércio e indústria mostram que o ritmo da economia de SC foi maior e o Estado deve ter fechado o ano passado com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima do registrado no país.


Setor de serviços é destaque

O destaque catarinense foi no setor de serviços, que cresceu 8% no ano passado, em volume, enquanto o Brasil cresceu 2,3%. No mês de dezembro frente ao mês anterior, SC avançou 1,8% enquanto o país cresceu 0,3% e, no mês de dezembro comparado com o mesmo período de 2022, o Estado teve alta de 4,5% enquanto o Brasil recuou -2,0.

No ano, SC teve a maior alta no grupo de “outros serviços’, de 11%. Depois, veio o setor de transporte com crescimento de 9,8%, serviços de comunicação e informação mais 8,7% e serviços para as famílias, 7,6%. Os serviços profissionais e administrativos avançaram 1,6%.


Comércio ampliado avança

No varejo ampliado, em volume, que inclui comércio de veículos, peças, materiais de construção e atacado de alimentos, SC cresceu 4,0% em 2023, enquanto o Brasil avançou 2,4%. Em dezembro, nesse indicador, o Estado cresceu 0,8% frente ao mês anterior e o país recuou -1,1%. Na comparação com dezembro de 2022, SC cresceu 6,6% e o Brasil ficou no zero a zero.


Segundo a pesquisa PMC do IBGE, os setores de comércio em SC que mais cresceram em 2023 frente ao ano anterior foram equipamentos de materiais de escritório e informática (22,3%), veículos e peças (9,4%), combustíveis e lubrificantes (8,5%), artigos farmacêuticos (5,6%), eletrodomésticos (6,1%) e hipermercados e supermercados (3,1%).

As maiores quedas foram em móveis (-13,1%), livros, jornais e revistas (-9,0%), tecidos, vestuário e acessórios (-6,1%) e materiais de construção (-4,2%).


Indústria se recupera gradualmente

A indústria de SC, que ainda enfrenta os efeitos estatísticos do elevado crescimento em 2022, teve uma recuperação expressiva, embora ainda com resultado negativo. No acumulado do ano, o setor recuou -1,3% enquanto o Brasil cresceu 0,2%.

Em dezembro frente ao mês anterior, cresceu 7,2% enquanto a média do país ficou em 1,1%. Na comparação com o mesmo mês de 2022, em dezembro, SC cresceu 3,6% e o Brasil, 1,0%. Esses dados de dezembro mostram recuperação gradativa da indústria ao longo do ano. Em janeiro de 2023, ela acumulava retração de -4,1% nos últimos 12 meses. No final do ano, esse indicador caiu para -1,3%.


Tiveram altas na produção, ano passado frente ao ano anterior, os setores industriais de borracha e plástico (10,1%), equipamentos elétricos (7,7%), máquinas e equipamentos (3,7%), produtos químicos (3,4%) e produtos de metal (1,1%).


As maiores retrações na produção industrial, no ano, foram em móveis (-16,2%), vestuário e acessórios (-9,2%), minerais não-metálicos (-7,7%), metalurgia (-5,9%) e produtos de madeira (-5,4%). Também tiveram recuo em 2023 os setores de alimentos (-0,3%), produtos têxteis (-0,6%), celulose e papel (-2,4%) e veículos automotores, carrocerias e reboques (-5,0%).


Para calcular o Produto Interno Bruto (PIB), também são considerados outros dados, mas essas pesquisas do IBGE já sinalizam que o resultado da economia catarinense foi positivo e acima da média nacional.

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