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Eleições 2026: Tarcísio volta a modular discurso e avalia candidatura

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • 6 de out.
  • 2 min de leitura
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Nacional

Após articular o PL da Anistia no Congresso, prometer indulto a Jair Bolsonaro e chamar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de tirano em um trio elétrico na Avenida Paulista — três movimentos vistos por aliados e opositores como posicionamentos de um provável candidato a presidente —, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), decidiu, mais uma vez, mudar o tom de seus discursos ao repetir que vai concorrer à reeleição no ano que vem. O movimento, porém, também gera um “efeito cascata”, que tem travado a escolha para sua eventual sucessão na gestão estadual. 


A mais recente declaração pública de Tarcísio na linha de que vai disputar a reeleição foi dada na última segunda-feira, na saída do condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, em Brasília. O encontro havia criado a expectativa de que o ex-presidente, que está inelegível, poderia dar aval imediato à candidatura nacional do governador, o que acabou não ocorrendo — embora Bolsonaro já tenha admitido a aliados, reservadamente, que aceita uma postulação de Tarcísio à Presidência da República.

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 A possibilidade de Bolsonaro sacramentar a escolha é bem-vista por líderes do Centrão, que procuram acelerar as tratativas e definir o candidato da direita ainda antes do fim do ano. Enquanto isso, uma longa lista de interessados em uma definição sobre o futuro de Tarcísio aguarda pela decisão, a começar pela “fila de candidatos a governador da direita, que vai de São Paulo a Osasco”, como resume um importante aliado do ex-ministro.


Em um cenário sem Tarcísio na corrida paulista, são muitos os nomes que aparecem como possíveis alternativas para a disputa pelo governo. A lista inclui o prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB), o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), o presidente do PSD, Gilberto Kassab, o secretário de Segurança Guilherme Derrite (PP) e o vice-governador Felício Ramuth (PSD).


Estratégia eleitoral

Parte dos aliados acredita que o recuo de Tarcísio é estratégico e visa estancar os ataques que partem tanto da esquerda quanto do bolsonarismo, principalmente da ala representada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Fustigado por conta do tarifaço e da articulação da anistia, Tarcísio estaria não apenas repetindo a tática de idas e vindas que vem marcando todo o mandato, mas também testando os prós e contras de se candidatar em São Paulo ou a presidente em 2026.

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