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Ciranda Política

Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
Vilmar Bueno, o ESPETO
há 50 minutos
1 min de leitura

Pelo menos 51% dos eleitores de São Bento do Sul votaram em candidatos de fora da cidade.

Com isso, somaremos mais 12 anos sem um representante próprio.


O resultado todos já sabemos: ficaremos dependendo da boa vontade de deputados de outros municípios e torcendo para receber migalhas do orçamento estadual. Enquanto isso, grandes obras na educação, saúde e infraestrutura continuam ficando para trás.


Essa falta de representatividade, tanto na Alesc quanto no Governo do Estado, afeta não apenas São Bento, mas também municípios vizinhos como Rio Negrinho, Campo Alegre e Mafra. Fica claro que campanhas como as da Acisbs e o projeto Voz Única não alcançaram a repercussão esperada junto ao eleitorado.

A boa notícia é que o governador Jorginho Mello (PL) é do mesmo partido do prefeito Tomazini (PL), o que pode abrir portas — desde que as lideranças políticas e empresariais locais saibam articular e cobrar recursos na capital.





Além disso, caberá à região reforçar seus pedidos junto à única representante eleita pelo Planalto Norte, a deputada Juliana Maciel (PL), de Canoinhas.


Uma boa notícia informada pelo governador durante o jornal do Almoço na NSC de hoje, sobre o futuro secretariado, é que deve manter todos os cargos no primeiromandato, com isso Silvio Dreveck (PP) deve continuar respondendo pela pasta da Indústri, Comercio e Seviços.

Já em relação a su vice no pimeiro mandato, delegada Marisa Boehm, vai assumir a secretaria de segurança pública.

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