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Cigarrinha do Milho: bactéria é detectada nas lavouras de Mafra pela segunda semana consecutiva

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • 6 de out.
  • 2 min de leitura
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Mafra

O monitoramento realizado entre os dias 22 e 29 de setembro em 55 lavouras, localizadas em todas as regiões de Santa Catarina, aponta uma média de menos de três cigarrinhas por armadilha. Este valor é considerado dentro do esperado para o período de implantação em que se encontra a maioria das lavouras catarinenses. A pesquisadora da Epagri/Cepaf, Maria Cristina Canale, responsável pelo programa Monitora Milho SC, salienta que o manejo realizado pelos produtores também é um fator determinante para o controle da população de cigarrinhas.


“O manejo diminui o risco de inoculação das plantas de milho com os patógenos dos enfezamentos e viroses transmitidos pela cigarrinha-do-milho. Isso porque, os insetos podem estar infectados, mas talvez ainda não estejam prontos para inocular as plantas, devido ao longo período de latência das bactérias no inseto vetor”, explica a pesquisadora. 


Entretanto, as análises laboratoriais detectaram a presença do fitoplasma do enfezamento-vermelho e do espiroplasma do enfezamento-pálido pela segunda semana consecutiva no município de Mafra, no Planalto Norte. Estas bactérias também foram observadas na cidade de Guaraciaba, no extremo-Oeste, onde também foi detectada a presença do vírus do mosaico estriado. 


Maria Cristina recomenda que os produtores destas regiões redobrem os cuidados e realizem o manejo inicial da lavoura com inseticidas de contato para controlar o fluxo dos insetos nos plantios. Ela recorda que o período crítico para inoculação ocorre entre a fase de emergência até V4 e que os sintomas só serão visíveis posteriormente, quando as plantas já tiverem se desenvolvido. Por isso, é importante que o manejo inicial seja realizado com inseticidas químicos, complementado pelo uso de produtos biológicos sempre que possível. 


O programa Monitora Milho SC coleta e divulga semanalmente informações de todo o Estado, permitindo que o setor produtivo acompanhe a evolução da população de cigarrinhas e as infecções causadas por esses insetos. 

O ataque de cigarrinhas infectadas com os patógenos dos enfezamentos pode comprometer substancialmente a produção de lavouras de milho. Para acompanhar a situação, foi criado no começo de 2021 o programa Monitora Milho SC.


Isabela Schwengber

Jornalista / MTb/MS:167

Assessoria de Comunicação / Epagri

(48) 3665-5407 / 99161-6596

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