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Alunos da Escola Sesi representam SC no Torneio Nacional de Robótica

  • Foto do escritor: Vilmar Bueno, o ESPETO
    Vilmar Bueno, o ESPETO
  • há 3 minutos
  • 2 min de leitura

Entre esta quinta-feira e sábado (5 a 7 de março), quatro

estudantes são-bentenses estão representando Santa Catarina no

Campeonato Nacional de Robótica, em São Paulo.


Os alunos integram a equipe Pioneer´s da Escola Sesi de São Bento do Sul e

foram selecionados para o brasileiro entre 492 competidores que

participaram da etapa regional, realizada em Caçador.


Santa Catarina está presente no evento com 148 estudantes

das Escolas Sesi, que competem em quatro categoria. A equipe

são-bentense é integrada por João Vitor Ramos, João Carlos Prim,

Gabriel Pimentel Schoffel e Joaquim Felipe Ribeiro, alunos do 6º e

7º anos. Eles participam da categoria FLL – First Lego League,

onde constroem e programam robôs de Lego para cumprir missões

em uma mesa de 2,44m X 1,22m.


Segundo a coordenadora de educação Greici Franciela

Fortecki, os times também desenvolveram soluções inovadoras

para problemas reais dentro da temática da temporada, que foi

Arqueologia. “O trabalho realizado com os alunos é guiado por

valores como respeito, trabalho em equipe e competição amigável”,

destaca. A equipe da Escola Sesi na competição também é

integrada pela supervisora de projetos educacionais Ana Paula

Busch, pelo técnico do time Rodrigo Alan Bonkowski e pelo

aprendiz e amigo do time Lean Mayck Kruger.


O Campeonato Nacional de Robótica irá classificar equipes

para o mundial da modalidade, que está marcado para acontecer

em abril, nos Estados Unidos. No ano passado, dois times da

Escola Sesi de Santa Catarina representaram o Brasil no mundial

em duas categorias.


As Escolas Sesi trabalham a robótica dentro da abordagem

Steam, que integra ciência, tecnologia, engenharia, artes e

matemática, para estimular a criatividade, o pensamento crítico e o

aprendizado dinâmico. “A iniciativa contribui para a formação de

profissionais alinhados às exigências do mercado de trabalho, que

demanda cada vez mais competências como automação,

programação, resolução de problemas, criatividade e trabalho em

equipe”, esclarece Fortecki.

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